NAPNE

O NAPNE é um núcleo consultivo, propositivo e de assessoramento. Ele é vinculado à Coordenadoria Geral de Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas – Conapne.

O NAPNE tem uma composição multidisciplinar que visa promover e estimular a criação da cultura da educação para a convivência, respeito às diferenças e, principalmente, minimizar as barreiras educacionais, arquitetônicas, comunicacionais, de atitude e tecnológicas no âmbito do IFPR.

As pessoas com necessidades educacionais específicas são aquelas que possuem: altas habilidades ou superdotação; transtornos globais do desenvolvimento; transtornos de aprendizagem; limitação temporária ou permanente decorrentes de deficiência física, auditiva, visual, mental, múltipla ou pessoa com mobilidade reduzida.

No Campus Arapongas, a professora Valéria Paixão é a Coordenadora do NAPNE e desenvolve as atividades juntamente com a equipe de servidores: Aline da Silva (Intérprete de Libras); Danielle Cappellazzo (Pedagoga); Yuri Oliveira (Docente); Keila Raimundo (Docente) e Patrícia da Silveira (Docente).

Para entrar em contato com o NAPNE basta enviar um e-mail para napne.arapongas@ifpr.edu.br.

Portaria nº 709/2022 – Coordenação Napne

Portaria nº 262/2022 – Equipe Napne Arapongas

O NAPNE tem como finalidade:

  1. incentivar, mediar e facilitar os processos de inclusão educacional e profissionalizante de pessoas com necessidades específicas e do público-alvo da Educação Especial na instituição;
  2. contemplar e implementar as Políticas Nacionais de Educação Inclusiva;
  3. incentivar, participar e colaborar no desenvolvimento de parcerias com instituições que atuem na educação/atuação/inclusão profissional, para pessoas com necessidades específicas;
  4. difundir informações e resultados de estudos sobre a temática, no âmbito interno e externo dos campi, articulando ações de inclusão em consonância com a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica;
  5. promover a cultura da educação inclusiva para a convivência, aceitação e respeito às especificidades dos estudantes;
  6. integrar os diversos segmentos que compõem a comunidade escolar, propiciando corresponsabilidade na construção da ação educativa de inclusão na Instituição;
  7. fomentar práticas democráticas de inclusão, como diretrizes de atuação do campus;
  8. buscar a quebra de barreiras arquitetônicas, educacionais, comunicacionais e atitudinais na Instituição;
  9. fomentar e participar de capacitações relacionadas à inclusão de pessoas com necessidades específicas.
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